Seguro de Vida? Sim, você vai morrer (e é duro admitir isso)!


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Limitar essa ferramenta apenas nos exemplos mais clássicos como a morte do principal pilar financeiro da família é algo que acontece na maioria das vezes.

Mas, e nas demais situações? E quando esse mesmo pai de família tem um AVC ou recebe um diagnóstico de uma doença grave como um câncer que o impedirá de gerar a mesma renda para a sua família?

Será que é possível usar o seguro de vida em vida?

Impedimentos de saúde nos quais acabam afetando a sua renda mensal são itens que o seguro de vida é capaz de cobrir, sem ter que acabar com sua reserva de emergência e paralisar os seus projetos de vida com a família.

Senti isso na pele quando o meu pai sofreu o primeiro AVC.

Aparentemente não teve grandes complicações, mas, aos poucos, as limitações foram aparecendo.

Sonolência, desânimo, perda da memória, diminuição da agilidade física e mental e, o pior de tudo, diminuição da renda familiar.

Na época, era vendedor e precisar sair todos os dias para visitar clientes. Se tinha uma agenda programada para visitar 5 conseguia apenas ir em 2, no máximo.

Isso, aos poucos foi afetando nossas contas e padrão de vida e, o mais grave, ele foi entrando em depressão por não conseguir nem mais suprir as nossas necessidades mais básicas.

Nesse momento tão crucial da vida, o seguro de vida faria toda a diferença, mas, algo ainda mais grave estava por acontecer.

Um segundo AVC ocorreu e, nesse dia, meu pai teve que ser internado pois já não sentia os movimentos do lado direito.

Em poucas horas, ele veio a óbito.

Não quero me colocar como vítima nesse artigo ou ser sensacionalista. Minha intenção aqui é dizer que temos uma ferramenta tão importante que pode auxiliar as famílias em situações de imprevistos como essa e, muitas vezes, ou por falta de conhecimento ou por desprezo mesmo não a adquirimos.

Só para contextualizar, minha mãe estava longe do mercado de trabalho há mais de 20 anos e, mesmo que ela quisesse voltar para ajudar a família financeiramente isso não seria tão simples.

Após o falecimento do meu pai, levamos quase 6 longos anos para recuperar nossas finanças e voltar a ter uma vida “normal” e equilibrada.

Já imaginou? Levar 6 anos para equilibrar as contas por conta de uma doença que virou uma ausência?

Falar de seguro de vida no Brasil ainda é um grande desafio, pois a forma como o seguro de vida foi apresentado durante muito tempo para os brasileiros gerou um conceito distorcido do mesmo.

Você sabe exatamente como funcionam e para que servem os produtos de seguros?

Aqueles que envolvem a vida ainda são vistos como supérfluos, sendo contratados por apenas 7% da nossa população.

Quando pensamos nos brasileiros e na sua forma de conduzir a vida em todos os aspectos, percebemos sempre mais ações reativas do que preventivas.

Na saúde, buscam ajuda médica apenas quando sentem alguma dor ou incômodo e na vida financeira não é diferente. São raras as pessoas que se programam ou fazem um orçamento mensal para alinhar todas as receitas e despesas, preferindo viver a vida sem se preocupar com o futuro (imagine só com relação ao seguro de vida).

A melhor forma é conscientizá-las, e não apenas tentar convencê-las. Posso te convencer de algo que você não concorda, porém é bem diferente quando você se conscientiza sobre aquilo. E nesse caso basta apresentar alguns cenários de imprevistos financeiros que poderiam vivenciar (algo a que todos estamos sujeitos).

É preciso mostrar a necessidade que cada família possui de blindar financeiramente as pessoas que mais amam, deixando-as mais tranquilas e sem o peso de ter que tomar atitudes precipitadas diante de uma situação mais complexa.

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Ninguém acorda pela manhã com vontade de comprar um seguro de vida, em contrapartida nunca vi uma viúva reclamar por ter recebido um benefício de um seguro de vida. A verdade é que muitos pensam possuir todas as garantias para manter o padrão de vida em casos emergenciais, mas na prática não é isso que acontece.

Construir patrimônio hoje é, sem dúvida, uma das coisas mais trabalhosas que existe. Imagine só o quanto você teve que trabalhar para conquistar tudo o que tem hoje.

Agora, imagine também colocar tudo isso em risco para cobrir uma necessidade causada pela morte financeira ou física de um familiar?

Neste caso, sempre oriento as pessoas da seguinte forma: por que “acabar” com o patrimônio que poderia ser usado de outra forma se temos uma ferramenta mais adequada para fazer isso? Vamos deixar o seguro de vida exercer a sua função! Vamos deixar o seguro proteger todos esses itens da nossa vida sem colocar o patrimônio em risco.

O que você acha desse pensamento?

O problema é que o verdadeiro seguro de vida não é conhecido pelas pessoas e, por isso, muitas delas acabam se apegando ao patrimônio para casos de emergências financeiras e isso não é o ideal.

Balancear seguro com outros investimentos é muito interessante, desde que o seguro faça a sua função. Investimentos servem para alavancar o padrão da família, enquanto o seguro foi pensado para blindar e proteger tudo isso.

Saiba que o seguro de vida é muito mais do que receber algo depois que alguém morre; é também desfrutar de um benefício em vida e com qualidade. Portanto, consulte um especialista em seguro de vida que saiba analisar suas necessidades.

O seguro de vida é uma das maiores declarações de amor e de carinho que alguém pode fazer à sua família.

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Marcio

Seguro de vida

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