Como se planejar (financeiramente) para o Casamento


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Aceita se casar comigo?

Sim!!

Você encontrou sua metade, mas e agora? Como se preparar para esse momento tão importante?

Veja abaixo alguns pontos que não podem faltar no planejamento de vocês para já começarem com o pé direito. Ao final, você pode fazer o download da nossa “Calculadora dos Sonhos” para ajudar a seguirem o plano com disciplina.

 

 

Moradia

Onde vocês vão morar?

Você já deve ter ouvido falar no ditado “quem casa, quer casa”. Pois bem, existe uma crença de que para se casar você precisa comprar um imóvel… Será? Confira o artigo que os planejadores Janser e Florence escreveram sobre imóveis: Comprar imóvel? A hora agora é de alugar e investir o dinheiro!

Você deve perceber que morar de aluguel pode trazer várias vantagens nesse começo. Provavelmente, vocês não sabem ainda qual o tamanho da família que irão formar nem para onde a carreira vai levar vocês. O aluguel de imóvel traz uma flexibilidade muito maior.

Independente de optarem pelo aluguel ou casa própria, vão ter que conviver com um aluguel ou parcela de financiamento no orçamento de vocês. Conversem sobre um padrão de moradia que consigam equilibrar com tranquilidade no fluxo de caixa. Além disso, não esqueça que tem que pensar também no valor do condomínio, IPTU etc.

Tendo um valor em mente de gastos mensais que vocês vão dedicar para isso, fica muito mais fácil procurar o ninho de Amor ideal aos pombinhos.

 

Planejando-se financeiramente para o casamento

O casamento assim como a viagem tão desejada, o carro sonhado ou mesmo o imóvel são realizações que nós buscamos durante a vida. E o processo até realizá-los envolve planejamento, paciência e atitude. Mãos à obra!

   1 – Vocês imaginam um evento simples ou grandioso? Quanto vai custar (valor)?

Definam o tipo de festa que melhor se encaixa no perfil de vocês.

   2 – Quanto dinheiro vocês já têm para realizá-lo?

Quanto dinheiro vocês possuem hoje para ter como “entrada”.

   3 – Em quanto tempo vocês gostariam de realizá-lo?

Em 12 meses, 24 meses, 36meses? Quanto menor o prazo, mais dinheiro vão precisar ter guardado ou maior será o esforço mensal para poupar.

 

Calculando o casamento

Para facilitar o entendimento, vamos exemplificar com dois casais. Um casal almeja realizar um casamento mais simples e o outro grandioso. Vamos simular também para 12, 24 ou 36 meses.

Simples

  • Valor da festa = R$30.000,00
  • Dinheiro guardado = nenhum
  • Rentabilidade líquida dos investimentos = 0,80% ao mês

Grandioso

  • Valor da festa = R$100.000,00
  • Dinheiro guardado = R$16.000,00
  • Rentabilidade líquida dos investimentos = 0,80% ao mês

Casamento

Observações importantes

Tempo: Veja que quanto mais próxima estiver a realização do evento, mais deverá ser poupado todo mês. Vocês deverão colocar esse valor como uma META a ser seguida que permitirá a realização no prazo desejado.

Valor a ser poupado: o valor precisa respeitar seu orçamento, ou seja, não adianta acumular o valor para festa e deixar de pagar as contas fixas do mês ou acumular dívidas. Se o valor não couber no orçamento, estudem flexibilizar o prazo. Se esta é a prioridade de vocês, reduzam o consumo com itens supérfluos ou variáveis que possam fazer parte do estilo de vida de vocês.

Caso queira simular outros valores, faça o download da Calculadora dos Sonhos, uma planilha que ajuda a calcular o valor necessário a ser poupado e manter o acompanhamento para ver se a META será alcançada no prazo desejado:

Calculadora dos sonhos

 

Regime de Bens

Outra conversa importante que vocês precisam ter, mas a maioria simplesmente ignora, é sobre o regime de bens que definirá juridicamente como os bens do casal serão administrados durante o casamento.

O regime de casamento é um conjunto de regras aplicadas ao marido e a mulher sobre os bens, tanto para os que foram adquiridos antes do casamento quanto àqueles que forem conquistados durante o casamento. Estas regras se aplicam não só para casamentos, mas também para uniões estáveis.

Elas definirão, por exemplo, se os bens que você e seu cônjuge (marido ou esposa) já possuíam ao casar passarão a ser comuns aos dois ou se cada um continuará com esses bens como sendo apenas seus.

Os regimes são:

  1. Comunhão parcial de bens: Todos os bens adquiridos após a data do casamento serão comuns ao casal.
  2. Comunhão universal de bens: Todos os bens atuais e futuros de ambos os cônjuges serão comuns ao casal.
  3. Separação total de bens: Todos os bens atuais e futuros de ambos os cônjuges permanecerão sempre de propriedade individual de cada um.
  4. Participação final nos aquestos: Os bens que os cônjuges possuíam antes do casamento e aqueles que adquiriram após, permanecem próprios de cada um, como se fosse uma separação total de bens. Porém, se houver a dissolução do casamento (divórcio ou óbito), os bens que foram adquiridos na constância do casamento serão partilhados em comum.

 

Relação do Casal com o Dinheiro

Dinheiro é a principal causa de briga entre os casais, apontou uma pesquisa feita no Reino Unido. A sugestão é que vocês sempre discutam os aspectos financeiros da relação. Falem sobre finanças antes e durante a vida a dois, mesmo ainda não morando sob o mesmo teto. Os projetos de vida, como o casamento, são bons assuntos para iniciarem o diálogo. Logo, vocês perceberão que o dinheiro é apenas uma ferramenta que ajudará a concretizar todos os objetivos futuros.  

Para ajudar vocês a começarem, temos também uma Planilha de Orçamento Doméstico que pode servir de modelo para organizarem as finanças do casal. Segue o link:

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E caso vocês queiram se aprofundar nos detalhes de “Como Organizar um Casamento” baixem o e-Book gratuito no site “Seuevento.net”. É um guia bem completo sobre a Organização da Cerimônia e Festa.

Planejamento Financeiro Pessoal

 

Torço para que vocês possam desfrutar o Amor, colocando a ferramenta dinheiro para trabalhar em prol dos seus sonhos.

 

Raphael Santos

Raphael Santos

Formado em Ciências Econômicas pela Universidade São Judas Tadeu com especialização em Mercado Financeiro através da Escola de Negócios Saint Paul. É certificado como Agente Autônomo de Investimentos pela Ancord, CPA-20 pela Anbima, PQO Operações BM&FBOVESPA e certificando do exame CFP® pelo IBCPF. Atuou no Mercado Financeiro como Agente Autônomo há quatro anos com passagens pela Um Investimentos e escritórios afiliados à XP Investimentos. Atualmente é Planejador Financeiro Pessoal integrante da equipe de Assessoria Financeira da GFAI.
 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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